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ANS suspende venda de 35 planos de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspendeu a comercialização de 35 planos de saúde de sete operadoras para garantir melhorias de atendimentos para os consumidores.

Segundo a diretora de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Karla Coelho, “Essa é uma medida preventiva, para proteção do consumidor. Não podem entrar novos beneficiários porque, na nossa avaliação, a gente identificou que o número de denúncias e de reclamações dos consumidores ficou acima do esperado para esses planos”.

A medida vale por três meses. Até as operadoras se adequarem às normas e resolverem as principais questões para prestar assistência adequada aos beneficiários, que totalizam em torno de 230 mil vidas. Segundo a diretora da ANS, os clientes das operadoras atingidas não sofrerão nenhuma interrupção na utilização dos planos.

Fonte: Portal Brasil

Entendendo como a qualificação de operadoras pode ajudar na decisão de contratação de um plano de saúde

Avaliação de Desempenho das operadoras

A avaliação de desempenho das operadoras é realizada através do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS), calculado a partir de indicadores definidos pela própria Agência. É uma avaliação retroativa, referente ao ano anterior ao da divulgação, isto é, os resultados que estão sendo apresentados são relativos à avaliação do ano-base 2015. O IDSS varia de zero a um (0 a 1) e cada operadora recebe uma nota que a enquadrará em uma faixa de avaliação por ordem crescente de desempenho:

Faixas de Avaliação do IDSS

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Programa de Qualificação de Operadoras

O Programa de Qualificação de Operadoras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi iniciado em 2004 e reestruturado em 2015, por intermédio da Resolução Normativa nº 386, de 9 de outubro de 2015, e pela Instrução Normativa nº 60, de 9 de outubro de 2015. O objetivo da revisão foi promover a melhoria contínua do programa, de acordo com as novas regras e práticas do setor suplementar de saúde, propondo conceitos alinhados aos novos eixos direcionais da Agência à Agenda Regulatória mais recente e à literatura de Qualidade em Saúde.

Sobre o Programa de Qualificação de operadoras

O Programa de Qualificação de Operadoras faz parte de um conjunto de iniciativas que tem como base a avaliação e o estímulo à qualidade do setor, buscando a integração deste a outros programas de qualidade da agência, tais como o Programa de Acreditação de Operadoras e Programa de Qualificação de Prestadores de Serviços de Saúde (Qualiss).

Novas dimensões do IDSS

Até a reestruturação da norma, esses indicadores eram agregados em quatro (04) dimensões, com pesos diferentes na formação do IDSS: 40% para a dimensão Atenção à Saúde; 20% para a dimensão Econômico-financeira; 20% para a dimensão Estrutura e Operação; e 20% para a dimensão Satisfação do Beneficiário.

Com a remodelagem realizada pela ANS a partir do ano-base de 2015 (processado e divulgado em 2016) o IDSS continua com 4 (quatro) dimensões, mas apresentando uma nova composição, mais integrada e com o mesmo peso cada uma (25% para cada dimensão avaliada). Veja abaixo quais são elas:

Qualidade em atenção à saúde: avaliação do conjunto de ações em saúde que contribuem para o atendimento das necessidades de saúde dos beneficiários, com ênfase nas ações de promoção, prevenção e assistência à saúde prestada;

Garantia de acesso: condições relacionadas à rede assistencial que possibilitam a garantia de acesso, abrangendo a oferta de rede de prestadores;

Sustentabilidade no mercado: monitoramento da sustentabilidade da operadora, considerando seu equilíbrio econômico-financeiro, passando pela satisfação do beneficiário
e compromissos com prestadores;

Gestão de processos e regulação: entre outros indicadores, essa dimensão afere o cumprimento das obrigações técnicas e cadastrais das operadoras junto à ANS

Como estas informaçõe podem ajudar?

Usando Indicadores de qualidade da ANS para controlar custos

Indicadores ANS

O consumidor passa a ter uma ferramenta para comparar operadoras para o caso de querer contratar uma operadora, se pretende mudar de operadora considerando uma migração de carência, em qualquer uma dessas situações ele pode comparar estas operadoras no site da ANS tanto pela nota final, como também pela nota de cadas uma dessas dimensões.

O consumidor pode ainda contar com empresas especializadas em atendimento consultivo como a Pluriclub  para sanar suas dúvidas a respeito das contratações, contando com o apoio para identificação das melhores alternativas, considerando a qualidade, o real potencial de atendimento dependendo do perfil do cliente e também, a melhor relação de preço/desempenho.

Como escolher seu Plano de Saúde em tempos de mudanças?

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Com tantas notícias desorientadoras publicadas em todas as mídias, principalmente nas mídias sociais, quem tem que escolher um novo plano em função de encerramento de contrato ou de mudança de condição econômica ou em função de reajustes considerados intoleráveis, pode ter dificuldade para fazer uma escolha segura. Felizmente, podemos contar com alguns indicadores produzidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS),  que publicou recentemente em 23/09/2016 os resultados do Programa de Qualificação da Saúde complementar.

Este programa avalia anualmente o desempenho das operadoras de planos de saúde por meio do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS).

Isso dá ao consumidor uma ferramenta adicional para avaliar as alternativas de operadoras e subsidiar suas decisões no momento de contratar um plano de saúde ou de trocar de  operadora. Pelo lado do mercado, trata-se de uma medida importante para a indução da melhoria de qualidade e de estímulo à concorrência conforme avalia a diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS, Martha Oliveira.

O IDSS é conhecido como a “nota” das operadoras. O resultado do índice demonstra o comportamento do mercado e é um importante parâmetro para os 48,3 milhões de beneficiários de planos de assistência médica e para os 22,3 milhões de consumidores  contratantes de planos exclusivamente odontológicos que compõem o setor de planos de saúde no Brasil.

O programa avaliou a atuação de 975 operadoras, sendo 695 do segmento médico-hospitalar e 280 exclusivamente odontológicas, ao longo de 2015. Desse total, 25,9% ficaram com nota entre 0,80 e 1,00 (nota máxima) e 54,9% ficaram com nota entre 0,60 e 0,79, num total de cinco faixas que vão de 0 a 1.

Confira no gráfico abaixo:

DISTRIBUIÇÃO DAS OPERADORAS MÉDICO-HOSPITALARES E EXCLUSIVAMENTE ODONTOLÓGICAS POR FAIXAS DO IDSS (ANO-BASE 2015)

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A ANS considerou avaliar quatro dimensões:

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RESULTADOS DA ANÁLISE

De acordo com os dados de 2015, 160 empresas (23%) de assistência médica ficaram com notas entre 0,8 e 1 ponto. Juntas, essas operadoras concentravam 21,82 milhões de beneficiários (44,27%) no ano passado. No grupo seguinte, com notas entre 0,6 e 0,79, ficaram 417 operadoras (60%) de assistência médico-hospitalar, que tinham cobertura de 24,57 milhões de clientes (49,85%) no período avaliado. Outras 19 empresas tiveram notas entre 0,40 e 0,59 e quatro pontuaram na faixa de 0 a 0,19.

Com relação aos planos exclusivamente odontológicos, 93 operadoras (33,21%) alcançaram notas entre 0,8 e 1 ponto do IDSS, com base nas informações de 2015. Essas empresas concentravam 10,75 milhões de beneficiários no ano passado (69,47%). De acordo com os dados, 118 empresas (42,14%) da segmentação odontológica tiveram notas entre 0,6 e 0,79. Esse grupo concentrou  4,13 milhões de pessoas (26,68%). Duas empresas tiveram notas entre 0 e 0,19.

NÚMERO DE OPERADORAS E BENEFICIÁRIOS, POR SEGMENTAÇÃO ASSISTENCIAL E FAIXA DO IDSS 2016 (ANO-BASE 2015)

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Outra forma de fazer uma contratação mais segura é contar com a ajuda de corretoras que oferecem um serviço de apoio consultivo, considerando as necessidades do cliente e ponderando seu perfil, a análise das redes oferecidas pelas operadoras, a intenção de utilização, as principais localidades que o cliente tem preferência para utilização dos serviços, bem como, dependendo do perfil de cada beneficiário, quais são as melhores opções de atendimento oferecidos por cada plano, não se detendo  apenas na variável preço, por mais que esta seja um dos fatores importantes para a tomada de decisão.

Empresas como a Pluriclub, são especializadas não só em analisar as condições para indivíduos, mas também, para pequenas e grandes empresas.

Você pode conferir os resultados para sua operadora atual no link abaixo:

INDICADORES DE QUALIDADE DA ANS

Você Já se Preveniu Contra a Gripe?

vacina

A influenza, também conhecida como Gripe, é uma infecção do sistema respiratório, responsável por um grande número de internações hospitalares no país.

Existem 3 tipos de vírus influenza: A, B e C. O vírus influenza C causa, apenas, infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionado com epidemias. Os vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. Dentre os subtipos de vírus influenza A, os subtipos A(H1N1) e A(H3N2) circulam atualmente em humanos.

O tratamento dos sintomas da influenza sem complicações deve ser realizado com medicação sintomática, hidratação, antitérmico, alimentação leve e repouso. Nos casos com complicações graves, são necessárias medidas de suporte intensivo.

Atualmente, o medicamento antiviral fosfato de oseltamivir é indicado para o tratamento. Os medicamentos devem ser prescritos pelos profissionais médicos aos pacientes que apresentem condições e fatores de risco a complicações por influenza (gripe) e aos casos em que a doença já se agravou. Em caso de complicações, o tratamento será específico. É fundamental procurar atendimento nas unidades de saúde, para que haja identificação precoce de risco de agravamento da doença.

A vacina influenza ofertada no SUS é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e produzida no Brasil pelo Instituto Butatan em parceria com o laboratório privado Sanofi Pasteur. A vacina da campanha de 2016 é trivalente e protege contra os tipos de vírus A(H1N1), A(H3N2) e Influenza B, que são os de maior importância epidemiológica, de acordo com a própria OMS.

A vacina é ofertada, anualmente, durante a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza com o objetivo de reduzir as complicações e as internações decorrentes das infecções causadas pelos vírus, nos grupos prioritários para vacinação.

Fonte:

http://www.blog.saude.gov.br/perguntas-e-respostas/50894-faqms-perguntas-e-respostas-sobre-influenzahtml.html

Sua saúde e a crise. Quais são suas escolhas?

saúde e crise

Em tempos de crise podemos ter duas reações mais frequentes: entramos em pânico ou avaliamos a situação racionalmente para nos posicionarmos.

Se pararmos para pensar, muitos fatores contribuem para que preocupações se formem em torno do setor que é considerado pela população como um dos mais importantes. Quando ponderamos fatores provocados por incertezas políticas ou pela recessão que nos assola impiedosamente, ou até mesmo, se consideramos o desempenho histórico do setor de saúde, a palavra que nos vem à mente é crise.

A crise pode ser definida como uma fase de perda, ou uma fase de substituições rápidas, em que se pode colocar em questão um equilíbrio estabelecido. Torna-se, então, muito importante a atitude e comportamento em  face a momentos como este. É fundamental a forma como os componentes da crise são vividos, elaborados e utilizados subjetivamente.
A evolução da crise pode ser benéfica ou maléfica, dependendo de fatores que podem ser tanto externos, como internos. Toda crise conduz necessariamente a um aumento da vulnerabilidade, mas nem toda crise é necessariamente um momento de risco absoluto. Pode, eventualmente, evoluir negativamente quando os recursos estão diminuídos e a intensidade do stress vivenciado a ultrapassa a sua capacidade de adaptação e de reação.

Mas a crise é vista, de igual modo, como uma ocasião de crescimento. A evolução favorável de uma crise, conduz a um crescimento, à criação de novos equilíbrios, ao reforço das estruturas  e da  capacidade de reação a situações menos agradáveis.

A Saúde, apesar de ser uma área prioritária, tem experimentado cortes nos orçamentos tanto em se tratando do Sistema Único de Saúde, como também do aparato que sustenta o sistema de saúde complementar em função de significativa perda de beneficiários por conta do aumento do desemprego e de outras restrições. Naturalmente, tanto do ponto de vista dos indivíduos quanto do ponto de vista dos responsáveis pelas áreas de Recursos Humanos, é necessário identificar estratégias e planos de ação para equilibrar as condições adversas, sempre tendo em vista um quadro de recuperação econômica a médio prazo, mas considerando ações práticas imediatas.

Do lado das empresas, ações de avaliação de custos, considerando o equilíbrio dos contratos de saúde, mediante o acompanhamento mais minucioso da sinistralidade e do desempenho atual e projetado dos contratos pode indicar caminhos mais racionais para o enfrentamento da crise.

Do ponto de vista dos indivíduos, a escolha correta do plano de saúde complementar pode ser ponderada no que diz respeito não somente a custos, mas também verificando mais precisamente quais são suas necessidades reais de atendimento no que diz respeito às instalações, recursos e especialidades, considerando ainda, as questões geográficas (localização das unidades). Do ponto de vista do individuo, é importante considerar a questão da compra de carências e da existência de programas específicos para tratamento de doenças crônicas.
Do ponto de vista dos operadores de saúde complementar, segundo avaliação realizada pela Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), um dos principais instrumentos de enfrentamento da crise é a implementação de políticas de gestão de custos no sentido de combater os desperdícios sem negligenciar a qualidade na prestação de serviços, ações estas que devem estar alinhadas com todos os contornos legais, segurança jurídica e regulatória, adequação de custos e uso conscientes dos serviços pelos beneficiários e racionalidade na incorporação de novas tecnologias.

O primeiro efeito das crises é que, em um primeiro momento, elas provocam impactos tanto para as pessoas quanto para os prestadores de serviço. Mas não podemos desprezar as oportunidades de colher benefícios decorrentes dos ajustes de todos os atores do sistema. Por parte das operadoras, gestão mais racional, baseadas em controles mais precisos e uso mais intenso da informação disponível, do ponto de vista das empresas, oportunidade de fortalecer as práticas de gestão corporativa de saúde, contando com o auxilio de suas corretoras para analisar os dados de utilização, projetar quadros de sinistralidade e apontar alternativas de gestão de crônicos baseadas em inteligência de dados.

Já do ponto de vista do indivíduo, procurar avaliar a real eficácia de suas escolhas quanto aos planos de saúde contratados, exigindo maior apoio consultivo e orientação quanto às alternativas, não se atendo apenas a descontos ou a grandes apelos publicitários.

Resumindo, a crise pode servir para um equilíbrio de todas as forças no sentido de um sistema mais racional e eficaz. Prestadoras de serviços, profissionais de Recursos Humanos e indivíduos são, segundo o escopo de seus papeis e alcance de atuação, responsáveis por colher  frutos de oportunidades reais e duradouras, mesmo diante de grandes desafios.

Em resumo: depende de nossas escolhas.

Dicas para manter uma vida mais saudável

vida saudavel

A vida é o bem mais precioso. Para mantê-la mais saudável, é preciso cuidar do corpo, por dentro e por fora.

Uma das principais formas de manter uma vida saudável, é cuidar da alimentação. Frutas, verduras e fibras ajudam nesse processo. Não abusar de frituras e doces, além dos famosos fast-foods é importante para a saúde.

A água é uma das coisas que o corpo mais precisa. Recomenda-se ingerir pelo menos 1 litro e meio durante o dia.

Trabalhar o corpo com exercícios físicos fornece energia e ajuda a combater o cansaço do dia a dia. Uma caminhada de alguns minutos já é um começo.

Também é importante trabalhar a saúde mental. Divirta-se, levante sua autoestima!

O descanso é um aliado. Dormir de 6 a 8 horas por dia repõe as energias recupera o corpo das atividades diárias.

Referência: http://belezaesaude.com/habitos-saudaveis/